”A tempera de uma alma é dimensionada na razão direta do teor de poesia que ela encerra” (Horácio Quiroga)

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Caída

Te observo assim,
Tão débil, caída,
Amorfia absoluta.
Fragmento inservível
              Depositado desnudo, insano,
Em uma sarjeta qualquer.

E já foste vida.
Viço perfeito,
Majestade cabal
              Em eterna festa.
Mas consumiste a ti mesma,
Tão Ignava e inservível.

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