”A tempera de uma alma é dimensionada na razão direta do teor de poesia que ela encerra” (Horácio Quiroga)

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Prazer

Se puder, me conceda o prazer
              De ser meu par nessa dança,
Onde os mortais se desintegram
              Nas purpúreas cores do desejo,
Onde homem e mulher, ligados,
Desgarram-se das amarras
              E se volatilizam, sublimes,
Na eternidade do prazer.

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